segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

GRAVOSFERA

GRAVOSFERA



Como desde a minha infância gostei de ler e estudar amadoristicamente, cheguei a ler uma quantidade de livros considerável e acho que aprendi algumas coisas neste passatempo. Por isso resolvi escrever neste blog algumas das idéias, conceitos e outras coisas mais que me vieram à cabeça. Considerando o tempo transcorrido desde o primeiro post do blog e a data atual (26/novembro/2007 à 26/janeiro/2015) deveria haver centenas de postagens e não apenas as 55 que tem. Acontece que escrevo neste blog também amadoristicamente sem preocupação com números ou com o reino da quantidade. Doravante após este pequeno balancete tentarei ser mais assíduo nas postagens  do blog e também tentarei terminar as postagens incompletas.



GRAVOSFERA



O nome Gravosfera foi uma constrição ou compactação do antigo nome do Blog: ATMOSFERA DENSA, GRAVIDADE DOBRADA  , que após se tirar o adjetivo DENSA e o advérbio DOBRADA, ficou ATMOSFERA  + GRAVIDADE. ou GRAV + SFERA = GRAVOSFERA, que também pode-se dizer que é uma esfera de gravação.



A primeira postagem foi a de um conto de Ficção Científica que escrevi, uma distopia, tema que gostava muito no passado: 




Aqui também temos o mesmo conto noutro formato:





Dois anos depois postei este rascunho de um Ensaio que  vislumbra uma classificação moral nas almas:




Depois continuei escrevendo esparsamente e falei sobre a influência da política na violência aqui:





Posteriormente falei sobre um reflexo das tipologias das castas na produção de entretenimento, sendo a base da pirâmide social representada por anões gêmeos em muitas criações fictícias:






Na sequência discorri sobre uma curiosidade que detectei em um dos  meus filmes prediletos:






Falei um pouco sobre ontologia e transcendência em :







Expus uma recorrência que constatei em filmes e livros aqui:






Fiz uma brincadeira com os Elementos aqui:






Fiz outra brincadeira sobre o Graal e a Copa do Mundo aqui:





Sobre ética e ontologia discorri um pouco aqui:





Tentei demonstrar a relação entre o pensamento mágico e o racional aqui:







Algumas observações sobre o Natal expus aqui:






Sobre a configuração do mundo físico e sobre a consciência aqui:






A parte dois deste texto acima, coloquei aqui:






Uma anamnese afetivo literária, fiz aqui:






Sobre algo transcendente veja aqui:






Uma dinâmica acerca dos reptéis e mamíferos residuais em nós, clique aqui:






Sobre alguns simbolismos, da cruz por exemplo, veja aqui:





Algumas reflexões sobre o Mestre e sobre o Mestre do Mestre, neste local aqui:





Sobre alguns tipos de Paraísos clique aqui:




Sobre o corpo humano e como as religiões tratam de como se deve tratá-lo  veja aqui:





Na sequência sobre Drogas e Meditação veja aqui:





Prosseguindo, sobre o Jogo que é a Vida, veja:







Sobre o que uma fila tem haver com filosofia dê uma olhada aqui:




E mais algumas recomendações de leituras e filmes veja alhures no blog. Bom, foi isto que escrevi nestes 7 anos. Muito pouco. Mas é só um passatempo despretensioso. Pelo menos é o que eu acho. 


Absolutum em 29 de janeiro de 2015.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

MINHA COLEÇÃO DE CABEÇAS

Já ouviu falar de umas tribos indígenas que encolhiam as cabeças de inimigos e usavam como enfeites? Pois bem. Em sentido simbólico tenha minha própria coleção de cabeças. Formada não por inimigos mas por filósofos que admiro. Digo que suas cabeças são minhas propriedades no sentido de que tenho o objetivo de absorver todas as informações que forem geradas por estes núcleos de consciência privilegiados. Não só absorver como também compreender e usar estes filosofemas como ferramentas para entender também o mundo e a mim mesmo. É claro que tenha dezenas de outras cabeças que curto, mas escolhi destacar estes cinco megacéfalos por serem cognitiva e afetivamente os meus preferidos. Os meus gurus e mestres intelectuais. A lista não segue necessariamente uma ordem de preferência pois ora um ora outra esta na frente por causa de um aspecto ou outro, mas são meu pentacrânio-chaveirinho. É claro que estas cabeças são gigantes e a minha é que seria o chaveirinho deles. Mas no sentido de objeto de atenção eles são uma coleção de cinco cabecinhas que tenho no meu chaveirinho.

MINHA COLEÇÃO DE CABEÇAS









Comprei há mais de 10 anos atrás  em um sebo um livro denominado Métodos Lógicos e Dialéticos (clique aqui para o Download) Na época nem prestei atenção em quem era o autor somente percebi que o livro era especial. Encapei ele com uma proteção especial e se tornou meu livro de cabeceira. E fiquei lendo e lendo, por ele ser também muito difícil. Posteriormente através da internet e através de outra cachola privilegiada vim a conhecer o trabalho de Mário Ferreira dos Santos e fiz o download de seus livros e áudios e passei a ouvir (estou ouvindo e lendo até hoje). Foi então que vi que um dos livros que tinha baixado era o mesmo que era meu livro de cabeceira. Posso ser um microcéfalo, mas pelo menos tenho um faro como uma toupeira cega para ir na direção de algo bom. Sem mais rasgamento de seda, o cara é um Cabeça-dinosauro como dizia o Antunes.








Doutor da Igreja, Doutor Angélico, discípulo de Aristóteles fez a síntese da Filosofia com a Revelação Bíblica, O TOMISMO. Defensor da Fé, criador de uma visão total da realidade embora não fechada em si. Que dizer desta cabeça que teve um fim relativamente jovem aos cinquenta quarenta e nove anos? Nada, apenas leia seus pensamentos através de um de seus expositores.








De todos estes crânios mencionados este é o mais misterioso com sua "unidade transcendente das religiões", sua "Tradição Primordial", sua "Iniciação" para a "Realização Espiritual". Alguns católicos até gostam dele mas os protestantes piram. Encéfalo de ouro gelatinoso














digitando