quinta-feira, 24 de setembro de 2015

ESTRELA DA MANHÃ



No deserto foi Ele tentado
O teu glorioso Senhor
O Manto Santo então sorteado
Trouxe Fé, Esperança e Amor



E o Verbo se fez carne

E a carne se fez pão

Nessa videira sagrada
Na transubstanciação
Lancetado foste no teu lado
Derramado foi teu coração
Entre os criminosos contado
O carmesim tingiu a redenção
Entorpecedor fel não bebeu
Louvado seja Majestade
Coroa de espinho e dor recebeu
Destruirá principados, potestades
E o Verbo se fez carne
E a carne se fez pão
Nessa videira sagrada
Na transubstanciação
Entre o ricos foi sepultado
Morte estranha, virginal geração
Ao terceiro então ressuscitado
Para todos trazer salvação
"Encandeia" a estrela no estábulo o mundo
Feridas de cravos, látego e lança
Tanta dor senti nem um segundo
Tua agonia meu prazer, esperança
E o Verbo se fez carne
E a carne se fez pão
Nessa videira sagrada
Na transubstanciação
À direita do Pai Eterno sentado
Sacro sangue quitado o preço
Infinito perdão ofertado
Meu Jesus! É tudo o que careço
E o Verbo se fez carne
E a carne se fez pão
Nessa videira sagrada
Na transubstanciação

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

POSTANDO UM LIVRETO

Por volta do ano de 2003 ( há doze anos) estava fazendo faculdade. Curso de  Licenciatura em História (Não conclui o curso, jubilei). Nesta época me  meti a escrever um livreto sobre um tema psicológico-social-antropológico. O uso do mecanismo do Bode Expiatório. Por acaso achei o texto outro dia no HD.
Tive a idéia de postá-lo mas não daria para colocar aqui do jeito que estava. Era demasiadamente tendencioso ideologicamente, por influência do curso que fazia e alguns trechos meio que bizarros. Então meti a tesoura e comecei, relendo o texto, a amputar as partes ideológicas e as aberrações e erros de raciocínio.
Como apesar de tudo achava que havia algo de bom no texto, mesmo apesar das anomalias, meti a bateia e comecei a depurar até ficar apenas o que interessava ao tema profundo. Fazendo uma operação plástica, tirando toda excrescência, gordura, pelancas, colocando as juntas desconjuntadas no lugar, tentando colocar o corpo amorfo de pé, no final de todo o esforço sobrou esta postagem: O BODE EXPIATÓRIO.
Passando minha enorme espada (assim imaginava) no esmeril do tempo, na discricionariedade cognitiva, no reajuste sob outra ótica vivencial, sob outro sinal ideológico, ficou-se apenas um pequeno canivetinho, que se por um lado não dá para pedagogicamente ilustrar um fenômeno real em toda sua magnitude, pelo menos, por outro lado dá para trazer um VISLUMBRE, um flash, uma desconfiança sobre qual seja as origens do mal no mundo e uma forma de minimizar seus efeitos.
Do livreto que escrevi, tudo que sobrou foi esta postagem que mostra um fenômeno real, que sempre atuou no mundo que moldou a história humana, talvez eu não consiga explicá-lo em toda sua extensão e gravidade, mas me sinto satisfeito de chamar a atenção para uma coisa importante:




Absolutum.