terça-feira, 3 de abril de 2012
SUGESTÃO DE LIVRO 04/2012
OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA 4 (NAZARETH)
Neste quarto romance de Benítez o Major Jasão acompanha a mãe de Jesus, a Senhora, juntamente com alguns parentes dela numa viajem do lago da Galiléia até Nazaré, neste livro é narrada como foi a infância e adolescência do Galileu.
Como deixei passar batido os comentários à leitura parri passu, já estou no livro 5, direi só o acima sobre o enredo.
******************************************************
Há muitos anos tinha o objetivo de ler esta série inclusive tinha até mesmo feito o Download do primeiro e começado e ler,(mas já parei com estas ilicitudes) a oportunidade chegou quando alguém doou a série para a biblioteca pública municipal da minha cidade, cujo único indício do dono anterior é uma mensagem no canto esquerdo superior em escrita cursiva rezando: "Para meu amor com carinho! Isa Carla 14/09/98"
Caso não fosse a generosidade da senhora Isa "Brun" (escrito em outro livro) não teria a chance de ler, talvez, esta série. Como os livros não chegaram até mim vindos da gráfica todos impressos na mesma época, mas foram comprados um por um de acordo com a data em que iam sendo impressos achei curioso o efeito do tempo sobre as páginas dos códices. O primeiro apresenta o escurecimento do papel e assim sucessivamente, como camadas temporais, cada exemplar vai clareando a medida que vai se aproximando do hoje, do momento atual.
Sobre uma possível filmagem de algo baseado neste livro , acho até que seria uma boa idéia e como para bom imaginador meia montagem basta:
Sobre uma possível filmagem de algo baseado neste livro , acho até que seria uma boa idéia e como para bom imaginador meia montagem basta:
CONTINUA
segunda-feira, 19 de março de 2012
SUGESTÃO DE LIVRO 03/2012
OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA 3
KENNERETH
| KENNERETH / MAR DA GALILEIA / MAR DE TIBERÍADES / YHAM |
.....................................................................
Ok......Como eu perdi o acesso a internet umas duas semanas não deu para comentar até o fim este livro, pois já estou no Operação Cavalo de Tróia 5, tendo concluida a leitura do 4 (Nazareth), e como o volume de informação é muito grande, perdi o fio da meada na narrativa, pois não me lembro muito bem do restante deste livro aqui... Depois deste livro já li mais 2 com mais ou menos 400 páginas.
Mas mesmo assim continuo recomendando este romance com fundo bíblico, mesmo não apresentando um cristianismo ortodoxo, quisá seja mesmo um cristianismo. Muitas coisas interessantíssimas você poderá encontra neste livro 3.
É isso aí
Até o próximo
sexta-feira, 16 de março de 2012
ENSAIO 02/2012
FLASH DOMINICAL
Em uma missa recente ao contemplar o sacerdote erguendo a hóstia e o cálice com o vinho, cujo simbolismo não há necessidade de mais explicações, fiquei me indagando sobre o significado mais profundo, metafísico ou sua razão verdadeira, seu âmago ontológico, além daquele de ritual. Se foi uma luz do céu eu não sei, se fui eu mesmo que conclui também não tenho certeza, mas me veio a mente neste átimo de segundo, enquanto o padre erguia ao alto os emblemas (e nossos corações juntos) dois ensinamentos de dois escritores de temas religiosos, que me deram uma visão do verdadeiro significado deste rito. Economizando caracteres não falemos nós sobre o significado exotérico e tradicional. Falemos em esoterismo cujo um nome importante foi Renê Guenon. Aquele rito que eu estava vendo era "uma execução de um símbolo", uma encenação de uma cosmovisão, uma analogia. Para os protestantes um memorial a Cristo. Para os católicos também mas com o adicional de que Cristo se faz presente substancialmente nos emblemas. Trata-se então de uma analogia de realidades maiores. Renê Guenon no capítulo dois do livro Simbolismo da Cruz - (1983) - fala sobre analogia metafísica e diz:
"...que toda verdadeira analogia deve ser aplicada em sentido inverso: é isto que representa o símbolo bem conhecido do “selo de Salomão”, formado pela união de dois triângulos opostos . Assim, por exemplo, do mesmo modo como a imagem num espelho é invertida em relação ao objeto, aquilo que é primeiro e maior na ordem principial é, ao menos aparentemente, o último e o menor na ordem da manifestação. Para fazermos uma comparação no campo da matemática, é assim que o ponto geométrico é quantitativamente nulo e não ocupa nenhum espaço, embora seja o princípio pelo qual se produz todo o espaço, que é o desenvolvimento ou a expansão de suas próprias virtualidades. É assim também que a unidade aritmética é o menor dos números se a colocamos diante da sua multiplicidade, mas é o maior em princípio, porque contém a todos virtualmente e produz toda a sua série pela simples repetição indefinida de si-mesma."
Dada esta fórmula e aplicando-a ao rito eucarístico ficou fácil entender o que estava ali se passando. É só inverter todos os elementos. Ao assimilar-mos Cristo aqui no temporal, será ele que nos assimilará no Eternal. Sendo Cristo um círculo pequeno (um "ponto geométrico") aqui no temporal (na ordem da manifestação na terminologia Guenoniana) será algo grandiosissímo, infinito no eterno. Invertendo tudo, o que fazemos com Cristo, será o que ele fará conosco. Cristo se torna Carnal e nós o incorporamos, ao morrermos nos tornaremos espirituais e ele nos recolherá em si. Nossa alma imortal será a hóstia de Cristo. Dada a fórmula guenoniana eu sintetizei com o que disse o filho de Olavo de Carvalho, o Luiz Gonzaga de Carvalho Neto em uma aula sobre religiões:
"...O processo – só pra fazer uma comparação aqui – que o Cristo faz no Cristianismo é como que o inverso complementar disso. Ele não entrega uma parte do psiquismo Dele pra ficar conosco, mas Ele fala: “depois que você morrer, Eu recolherei o seu psiquismo em Mim, mesmo que você não tenha atingido a realização; e em Mim você atingirá”. É isso que é a salvação, a salvação sem mérito de que o Cristo fala. “Olha, o seu psiquismo estava em uma condição tal que ele seria deteriorado depois da morte; no entanto, depois que você morre, Eu pego este psiquismo e ponho no Meu ser, integro-o no Meu ser, e aí ele sobreviverá até ele atingir a mesma realização que sou Eu" (Veja a transcrição desta aula aqui)
Este mesmo instrutor em outra aula diz que os "Ritos são um conjunto de símbolos que o sujeito opera, e naquela operação ele recebe uma dose mínima do objeto que ele deseja no plano do transcendente...ritos são a operacionalização de símbolos...rito é um símbolo operando...um rito é um símbolo vivenciado.
Guenon e Luiz Carvalho me ensinaram mas acho (talvez) que foi Deus que coordenou a síntese.
Sem mais comentários... leia as indicações. Faça a catequese e a primeira comunhão.
ABSOLUTUM
“Assim como Cristo aceitou a morte corporal para dar-nos a vida
espiritual, assim também suportou a pobreza temporal para dar-nos as
riquezas espirituais.” - Santo Tomás de Aquino
Em uma missa recente ao contemplar o sacerdote erguendo a hóstia e o cálice com o vinho, cujo simbolismo não há necessidade de mais explicações, fiquei me indagando sobre o significado mais profundo, metafísico ou sua razão verdadeira, seu âmago ontológico, além daquele de ritual. Se foi uma luz do céu eu não sei, se fui eu mesmo que conclui também não tenho certeza, mas me veio a mente neste átimo de segundo, enquanto o padre erguia ao alto os emblemas (e nossos corações juntos) dois ensinamentos de dois escritores de temas religiosos, que me deram uma visão do verdadeiro significado deste rito. Economizando caracteres não falemos nós sobre o significado exotérico e tradicional. Falemos em esoterismo cujo um nome importante foi Renê Guenon. Aquele rito que eu estava vendo era "uma execução de um símbolo", uma encenação de uma cosmovisão, uma analogia. Para os protestantes um memorial a Cristo. Para os católicos também mas com o adicional de que Cristo se faz presente substancialmente nos emblemas. Trata-se então de uma analogia de realidades maiores. Renê Guenon no capítulo dois do livro Simbolismo da Cruz - (1983) - fala sobre analogia metafísica e diz:
"...que toda verdadeira analogia deve ser aplicada em sentido inverso: é isto que representa o símbolo bem conhecido do “selo de Salomão”, formado pela união de dois triângulos opostos . Assim, por exemplo, do mesmo modo como a imagem num espelho é invertida em relação ao objeto, aquilo que é primeiro e maior na ordem principial é, ao menos aparentemente, o último e o menor na ordem da manifestação. Para fazermos uma comparação no campo da matemática, é assim que o ponto geométrico é quantitativamente nulo e não ocupa nenhum espaço, embora seja o princípio pelo qual se produz todo o espaço, que é o desenvolvimento ou a expansão de suas próprias virtualidades. É assim também que a unidade aritmética é o menor dos números se a colocamos diante da sua multiplicidade, mas é o maior em princípio, porque contém a todos virtualmente e produz toda a sua série pela simples repetição indefinida de si-mesma."
Dada esta fórmula e aplicando-a ao rito eucarístico ficou fácil entender o que estava ali se passando. É só inverter todos os elementos. Ao assimilar-mos Cristo aqui no temporal, será ele que nos assimilará no Eternal. Sendo Cristo um círculo pequeno (um "ponto geométrico") aqui no temporal (na ordem da manifestação na terminologia Guenoniana) será algo grandiosissímo, infinito no eterno. Invertendo tudo, o que fazemos com Cristo, será o que ele fará conosco. Cristo se torna Carnal e nós o incorporamos, ao morrermos nos tornaremos espirituais e ele nos recolherá em si. Nossa alma imortal será a hóstia de Cristo. Dada a fórmula guenoniana eu sintetizei com o que disse o filho de Olavo de Carvalho, o Luiz Gonzaga de Carvalho Neto em uma aula sobre religiões:
"...O processo – só pra fazer uma comparação aqui – que o Cristo faz no Cristianismo é como que o inverso complementar disso. Ele não entrega uma parte do psiquismo Dele pra ficar conosco, mas Ele fala: “depois que você morrer, Eu recolherei o seu psiquismo em Mim, mesmo que você não tenha atingido a realização; e em Mim você atingirá”. É isso que é a salvação, a salvação sem mérito de que o Cristo fala. “Olha, o seu psiquismo estava em uma condição tal que ele seria deteriorado depois da morte; no entanto, depois que você morre, Eu pego este psiquismo e ponho no Meu ser, integro-o no Meu ser, e aí ele sobreviverá até ele atingir a mesma realização que sou Eu" (Veja a transcrição desta aula aqui)
Este mesmo instrutor em outra aula diz que os "Ritos são um conjunto de símbolos que o sujeito opera, e naquela operação ele recebe uma dose mínima do objeto que ele deseja no plano do transcendente...ritos são a operacionalização de símbolos...rito é um símbolo operando...um rito é um símbolo vivenciado.
Guenon e Luiz Carvalho me ensinaram mas acho (talvez) que foi Deus que coordenou a síntese.
Sem mais comentários... leia as indicações. Faça a catequese e a primeira comunhão.
ABSOLUTUM
Assinar:
Postagens (Atom)





