quinta-feira, 11 de maio de 2017

LIVRO: RELIGIÃO PARA ATEUS

Este eu comprei nas Lojas Americanas aqui em minha cidadinha. RELIGIÃO PARA ATEUS de Alain Botton. De acordo com o Escritor, o objetivo do livro não é precisamente trazer uma confirmação lógico-científica de que Deus não existe (foi o que eu entendi até agora) mas uma tentativa de  criar um método de extrair para uma SOCIEDADE SECULARIZADA ATEÍSTICA as coisas boas da RELIGIÃO, como por exemplo as músicas, arquiteturas, pinturas e etc. Uma cultura sem base metafísica, sem sobrenatural. Pinturas sem anjos ou demonios, ou seja o escritor que criar um mundo ATEU mas com os benefícios que a religião proporcionou à humanidade ao longo da história, extrair uma espécie de TECNOLOGIA ESPIRITUAL ou de origem espiritual. Ele  quer comer o abacate apenas, sem o caroço duro no núcleo, que para ele é DEUS. Um absurdo para ele. Só gostaria de saber por qual outro motivo se contruiria um colosso destes se  não fosse para homenagear a melhor de todas as criaturas que Deus jamais criou em todos os tempos e lugares. A rainha do anjos.
Para o que ou quem um ATEU construiria um monumento, uma homenagem permanente? Espero encontrar a resposta no transcorrer da leitura deste livro. Achei um livro instigante e o coloquei na dianteira de meus afazeres postergando outras pesquisas. Desde já antevejo no autor um filhotinho do Anticristo, um mamolengozinho dele, um bonequinho de ventríloco propagando os objetivos da Besta-fera futura. Besta é animal de carga. Para o ateu o homem é só mais um animal. E uma sociedade secularizada, ateística, sem transcendência, sem sobrenatural é o que deverá ser criada. Uma CIVILIZAÇÃO DA IMANÊNCIA TOTAL, da TERRESTRIALIDADE ABSOLUTA como disse um tal de Grasmci, onde a população condicionada plavloviana e behavioristicamente marcada como gado não deixará de ser um povo marcado, ei, povo feliz! como disse o poeta, mas feliz com a cultura, arte e etc que as religiões extintas deixaram como um manto de um crucificado que os soldados disputam. Destruir a APREGOADA CONEXÃO COM O SOBRENATURAL como disse Skinner é a sacação que este filho de judeus ateus pretende trazer ao reino das idéias. Tendo tido uma familia feliz balizada pelas estruturas psicosociais advindas da comunidade judaica, mas sem a crença em Deus, o escritor que dar ao mundo a expansão de sua singularidade idiosincrática abrangendo toda a civilização, se aliando inconscientemente com objetivos antigos e maiores e de potestades de magnitude temíveis. Mas vamos lá senhor Alain Botton, sua premissa é saborosa admito, e sua proposta é criativa e instigante. Vamos ler. Advertido das penas cominadas ao falso testemunho, inquirido respondeu que...
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LENDO O LIVRO
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Mesmo este monumento não sendo dedicado a seres sobrenaturais, foi dedicado a uma criatura muito amada.... (esposa)


Uma civilização sem transcendência, uma cultura animalesca terrestrializada... hum.... como seria?

LENDO O LIVRO (11/05/2017)

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Ao contrário de um outro livro que eu tinha tentado ler chamado A LEITURA PROFÉTICA DA HISTÓRIA que admitindo a premissa da transcendência temporariamente apenas como uma projeção 'egóiga" gnóstica  para transmutar o mundo a sua vontade usando como desculpa a injustiça social, um livro que usa uma língua de cobra bifurcada cujo contorcionismo de partes contraditórias mescladas raia uma obra prima de duplicidade, uma esquizofrenia monstruosa, este outro livro aqui, que apreciamos no momento tem o direito ao elogio por ser sincero, direto, honesto, mostrando a que veio, não sinuoso, pegajoso como o outro. Ao passo que Religião para ateus diz escancaradamente que quer fechar a metafisica e usar o que sobrar de bom que por ventura possa ter vindo, ou ser eco de regiões sobrenaturais para si, Leitura profética rotaciona a cosmovisão e imanentiza o transcendente usando de malabarismos contrainiciáticos terríveis. Não me admira da Virgem Santíssima em La Salette chamar os teologos da libertação de cloacas de impureza. Sempre preferi os positivistas/iluministas aos socialistas/comunistas pelo fato de os primeiros serem demonios menores, tendo aparentemente o brilho excelso da honestida e sinceridade. No caso dos dois livros em um, o ateus quer que você seja um animal sem alma, no caso do teólogo da libertação, ele quer que você seja um demonio vendo tudo pelo avesso, o primeiro amputa o céu da terra, o segundo troca um pelo outro.
Na página 10 o autor mostra uma imagem, um quadro de Santa Inês e afirma que ela provavelmente era apenas uma pessoa bem legal. Quantos pessoas bem legais, pergunto eu, se enclausuram em um convento e sacrificam a vida social e familiar por uma coisa sobrenatural suprasensível?
Na página 11 a premissa principal é honestamente exposta:

"...nenhuma religião é verdadeira num sentido "concedida-por-Deus"..."

Na página 12 o escritor deixar escapar o fantasma de seus pesadelos, ou seria seu bode expiatório que precisa ser sacrificado para a vinda do mundo perfeito?:

"Num mundo ameaçado por fundamentalistas religiosos ou seculares, deve ser possível equilibrar uma rejeição da fé e uma reverência seletiva por rituais e conceitos religiosos."

"...pode haver uma maneira de me relacionar com a religião sem precisar endossar seu conteúdo sobrenatural". 

Pergunto eu, sem sobrenatural com que coisa ele se relacionaria dizendo que era religião? Uma religião como o próprio nome diz é uma ligação com o Céu, com o Tal, com o Nirvana, com Alá, com Jeová, etc. Que coisa seria esta que ligaria  imanência com imanência, como uma ouroboros se fechando num curto-circuito? Ou existe uma virgem por trás e acima de uma representação tridimensional miniaturizada, como ele define as imagens, ou não tem sentido, não há vantagem alguma você ter aquela imagem...
Se não é para erguer estátuas e monumentos, edifícios e construções para entes maiores do que nós, pelo menos idealmente, para quem ergueriamos estes colossos? Para Lenin, Stalin, Hitler? Quem sabe este aqui?

Na página 17: "...é difícil não ficar fascinado por exemplos dos movimentos de maior sucesso educacional e intelectual que o planeta já testemunhou". Isto diz ela das religiões.

E na página 23 uma observaçãozinha dela que não tem muita coisa haver com o assunto mais achei interessante e verrosímil: "A SOCIABILIDADE PARECE TER UMA RELAÇÃO INVERSA À DENSIDADE DA POPULAÇÃO." Exato cara!
E sobre o mundo moderno: "Trancados em nossos casulos privados, a mídia passou a ser a principal maneira de imaginar como são as outras pessoas e como consequência, esperamos que todos os estranhos sejam assassinos, golpistas ou pedófilos - o que reforça o impulso de confiar apenas nos poucos indivíduos que já foram selecionados por redes familiares e de classes."

Na página 27: "Uma missa católica não é, com certeza, o habitat ideal para um ateu. Muito do que se diz é ofensivo à razão ou simplesmente incompreensível." - Tirando provavelmente o dogma do deus que é um e três ao mesmo tempo não vejo nada de ofensivo a razão ou lógica ou que seja incompreensível. Uma dimensão de pura cognição, pensamentos e sentimentos separados da matéria, não como epifenômeno, mas fundamentados em si mesmos, um INTELECTO sem base biológica, orgânica mas de outra natureza desconhecida, mas que provisoriamente damos o nome de espiritual não me é ofensivo a razão nem acho que seja incompreensível. Uma analógia imperfeita: O Cêrebro é o mundo material e a mente o espiritual, a terra e o céu. As religiões jamais transgridem o principio de indentidade, de não contradição ou terceiro excluido. Um machado flutuar não é insano se outra força estiver atuando, como o magnetismo por exemplo.
E aqui um negócio que achei poético, falando o escritor sobre religiões:
"Elas nos dão versos para recitar e músicas para cantar enquanto nos transportam através das regiões traiçoeiras das nossas mente"

Na página 56 o escritor nos choca com uma orgia explícita em um restaurante dizendo que poderia ser a substituição dos velhos Ágapes antigos.

Na 79: "O catolicismo percebe que há uma vantagem em sermos capazes de ver nossos amigos ideais espalhados pela casa em representações tridimensionais miniaturizadas." - É exatamente assim que eu as encarava e ao contrário dos protestantes em nenhum momento jamais achei que fossem outra coisa e com um pequeno diferencial do escritor estes amigos além de serem ideais também são reais. As imagens são apenas representações, é que saber de algo mais? Eu nem mesmo acho que os santos sejam humanóides, pois só o que tem figura é o que existe no espaço-tempo e é submetido aos sentidos. Eu não concebo Jesus ou Nossa Senhora com braços, pernas ou olhos... São pura subjetividade, só não mais puros porque não são Deus e por isto de alguma forma para Ele também são objetos.
Na pagina 107 uma coisa realmente esquisita, em um relicário o queixo de Santo Antônio de Padúa (c.1350) que segundo o autor e presumo que ele aprendeu dos católicos tinha uma lábia poderosa:


Com todo respeito, é esquisito.

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"Como este capítulo sugeriu, a cultura está mais que devidamente equipada para confrontar nossos dilemas sem precisar se apoiar em dogmas religiosos."

Cultura x Dogmas religiosos. Pelos séculos dos séculos, desde priscas eras em que o homem deambulou pela face da terra não só os dogmas mas também, os ritos e mandamentos advindos deles vieram de uma raiz presumidamente transcendental.  A cultura devidamente equipada para confrontar nossos dilemas sem apoio de Dogmas desde que o mundo é mundo foram:
A da revolução francesa positivista-iluminista
A do comunismo 
O nazismo tinha um negócio meio espirita.
E estas culturas só trouxeram morte e destruição.
Se o homem é bicho, acabou, ateu!

Sempre antes de estas culturas tentarem ser iniciadas uma senhora espectral contrarevolucionária já entra em ação avisando que a vaca irá para o brejo.


"Os maus livros abundarão sobre a Terra, e os espíritos das trevas espalharão por toda parte um relaxamento universal em tudo o que se refere ao serviço de Deus". - La Salette

Ela tá falando deste livro mesmo opá! Mas no caso deste não é relaxar, é extinguir mesmo.

"Os governantes civis terão todos um mesmo objetivo que consistirá em abolir e fazer dessaparecer TODO PRINCÍPIO RELIGIOSO,  para dar lugar ao MATERIALISMO, ao ATEÍSMO, ao espiritismo e a toda espécie de vícios." (Aparição da Senhora de La Salette).

-E você ainda não acredita em profecias (nem mesmo no efeito nostradamus?) sendo que neste caso este livreto cumpre a risca o que disse aVirgem Santíssima a mais de um século atrás.





prossegue


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

LIVRO: A ORIGEM DO HOMEM

Estava na biblioteca em busca de algum livro para me entreter ou adquirir mais conhecimento ou quem sabe até mesmo um pouquinho de sabedoria. Fiz uma breve oração a Deus para que me direcionasse a um livro que me aproximasse mais de Deus, do Absoluto, da Universalidade. Sair de minha visão pecaminosa e egoística, relativa, parcial, provinciana, um fragmento fugaz na corrente do tempo. Meus pensamentos e sentimentos me direcionaram a um livro não-religioso, mas a um de ciência. A ORIGEM DO HOMEM.  Já tinha lido o primeiro de Darwin. A ORIGEM DAS ESPÉCIES. Nem sabia que tinha o primeiro mencionado. Vou ler então....


LENDO.... (16/01/2016)











COMENTÁRIOS(--/--/--):

terça-feira, 27 de setembro de 2016

NOTA MNEMÔNICA 04/2016

CALABURA

Um amigo de longa data ganhou uma casa em um projeto do governo, já tem dois anos que ele mora lá. De vez enquando em quando eu passo por lá. Ele havia plantado uma árvore na frente da casa, eu lembro bem dele aguando a mudinha. Passado um ano e meio mais ou menos a árvore está exuberante e verde na frente de sua residência, embelezando o ambiente. Crescimento muito rápido. A árvore é uma destas aqui:

Um dia destes a árvore estava cheia de frutinhas vermelhas, bem frondosa. "Carregada" como a gente chama por aqui.
Indaguei meu camarada se aquelas esferas rubras do vegetal eram manducáveis. Ele declinou positivamente. Experimentei uma...sabor agradável. Algo difícil de descrever. Recolhi mais. Enchi uma pequena sacola plástica.
De onde esta frutinha veio, de qual região eu ainda não sei. Mas por 4 décadas nunca a tinha visto por aqui.  Eu gosto de coisas novas, exóticas, diferentes. Estou aberto ao INFINITO em todos os sentidos e não fechado numa PSEUDOTOTALIDADE. Já falei sobre isto aqui: PITAIA, TERERÊ.  
Deu um trabalhão para descobrir o nome da criatura. Identificá-la. Comecei escrevendo no GOOGLE as características da dita cuja. E fui depurando e buscando nas imagens algo que se parecesse com ela. Passei por acerolas, cerejas, figos e etc, até que consegui atingir o intento. Perguntado ao senhor google sobre esta fruta inédita para meu paladar e conhecimento, ele respondeu que:

O nome desta frutinha é Muntingia Calabura, originária das regiões do México e Colômbias, foi introduzida no Brasil pela Instituto Agronômico de Capinas em 1960....Mais aqui, aqui e aqui. Este daqui é o melhor.

Região andina hein! E cresce muito. Vou avisar ao Itamar que ele terá problemas num futuro bem próximo quando a árvore atingir a fiação elétrica. Até lá vou saboreando. Ela frutifica o ano todo.

Dado e passado  em 27 de Setembro de 2016, naquele bairro, nesta cidade.

FIM DA NOTA.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

NOTA MNEMÔNICA 03/2016

Domingo passado levei meus filhos numa praça para brincarem em um parque infantil incrustado na mesma. Havia um andarilho sentado num canteiro meio alto de uma árvore. Enquanto os infantes brincavam sob a vigília de meu olhar paterno eu observei também que o andarilho respondia a um caça-palavras. Ao puxar conversar e no andamento do colóquio sofri uma metamorfose mental, uma metanóia. Intelectualmente e existencialmente foi uma bênção. Por umas três horas permaneci boquiaberto como um aprendiz contemplando um mestre e recebi uma profusão de informações de todos os tipos e aprendi mais do que nos livros ou Internet. 


Eis o homem...

Senhor (esqueci o nome dele agora) mato-grossense, com família mineira,  de 64 anos, que concluiu o ensino fundamental e após conhecer uma andarilha foi atraído pelo seu campo gravitacional e caiu na vida errante abandonando tudo. Por 40 anos rasgou em sua trajectória o mapa do Brasil, conhecendo todas as capitais sem excepção e cidades sem conta. Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e etc também percorreu. Por diversas vezes e em um número que não se lembra ele bateu o ponto de sua presença em minha cidade, desde o tempo em que aquela dita praça ainda era de areia e me contou como era a cidade 40 anos atrás e nada daquilo que eu via existia excepto a igreja que era outra. A cada círculo orbital em que ele cruzava como um cometa a cidade ele ia vendo as mudanças e me contou sua versão pessoal, melhor do que qualquer historiador municipal.  Foi tanta coisa que não tenho como descrever ou escrever. Perguntado se minha cidade bem no coração do Brasil era mais nortista, nordestina ou sulista e etc, culturalmente, ele apontou o nordeste como dominante da cultura local. E mostrou o motivo de sua visão, devido a culinária, linguagem e etc. Discorreu sobre palavras de várias coisas em diversas regiões. Um exemplo,  o peixe que aqui chamam Cari, em outros locais é Bodó, Cascudo, etc. Adoro este peixe. Me explicou como era o ensino nas escolas no seu tempo e as diferenças entre as épocas. Me ensinou sobre a dominância da raça caucasiana na Argentina e Uruguai (parece-me que Chile também) Que sofreu preconceito lá por ser pardo. (Pelé macaquito del Brazil, lembra?) Me instruiu sobre as bandeiras destes países e seus significados. (creia-me, tive uma vez um sonho em que eu era um idoso e que do leito do hospital via um noticiário sobre um conflito bélico ocasionado por este enclave não miscigenado latino-americano, aquelas bandeiras de faixas azuis e com os sóis dourados exibiam-se no noticiário, um dia talvez fale sobre isto, o negócio se deu para 20 ou 40 anos no futuro. Tem um negócio meio nazi para aquelas bandas.  A "Estrela do Caos" poderá aglutinar e coordenar gradualmente...hum... não quero pensar sobre isto. Não liga não, também sou bipolar.) Me explicou didaticamente que assim como o Brasil é um país só, estes países de fala castelhano-espanhola eram também para ser um só país.
(Estrela do caos  + deus do sol Inti  = ? )

Falou-me sobre o TERERÉ, o chimarrão gelado, consumido no Mato-grosso e Mato-grosso do Sul, também sob influência estrangeira. Consumido também no Sul do Brasil. E por coincidência por mim obsessivamente.  Me contou sobre o nordeste, o motivo do sotaque de lá, também devido a interferência estrangeira, os quais foram expulsos do Brasil para irem formar as Guianas ao norte. Falou sobre o rio Paraguai, a guerra do Riachuelo, Santa Maria, Pinta e Nina, bagres, tatuagens, sociedade, política, morte, religião, a formação histórica de um  de um misterioso lugar chamado de Acre e como todos sem excepção, só caiu no sinistrognosticismo ( Descubra o que é! Ninguém nunca comenta aqui mesmo! Parece que ninguém lê nada mesmo. E eu não estou nem aí. Isto aqui é só o meu livro de apontamentos e eu não vou dar nenhum chilique porque ninguem me lê nunca jamais, de forma alguma o que eu escrevo, por que eu ligaria para isto!!!!) Ao fim e ao cabo, depois de colocar o meu queixo de volta ao lugar manualmente e ir buscar os meninos deixei o meu nome e dei o número do celular para ele caso precisasse de alguma assistência em que eu pudesse auxiliar. Cumprimentei-o e fui...

Observação: Não foi de todo por acaso que puxei conversa, tenho a teoria que a visão daqueles que não fazem parte de todo, da sociedade, é rica, criativa e talvez mais correta. O peixe fora dágua descobre que tava dentro dágua... O ruim é que são poucos que saem e mantêm o aparato cognitivo sem dano. O senhor em questão é uma sonda alienígena a estudar nosso mundo. Não detectei tendências criminosas nele. Não investiguei sua vida pessoal, fora o que ele espontaneamente me passou, não tenho o direito. Infiro algum distúrbio talvez, devido as inscrições em seus braços. Mas ele disse que era tatuador. Hi... cara! Ele me deu tanta coisa para digerir, que passarei muito tempo na tarefa. Como uma sucuri que engole um bezerro e o digere lentamente. Espero tornar a vê-lo... que o bom Deus o ampare nesta peregrinação. 40 anos no "trecho"!?!?

Dado e passado no dia 25 de setembro de 2016, naquela praça, nesta cidade.

FIM DA NOTA.

PS: No andar da carruagem do tempo eu tive a oportunidade de "topar" com o senhor CLOVES, este é seu nome, ainda umas duas vezes. Eu dei-lhe (lhe dei) algumas coisas físicas, objetos, e ele por sua vez me deu coisas abstractas, espirituais, imperecíveis (Informações). Parece-me que ele curte um baseado...

LIVRO: MEU PÉ DE LARANJA LIMA

Sabe algo que você já ouviu falar muitas vezes e nunca te chamou a atenção mais raspava ocasionalmente na visão periférica? Se já assisti alguma peça ou filme ou novela sobre este livro eu não me lembro (lembro-me), mas adquiri o livro agora e vou dar uma lida e ver se a história é boa.
MEU PÉ DE LARANJA LIMA, "História de um meninozinho que um dia descobriu a dor..." Tem que ser uma dor considerável. Os clássicos sempre tem algum fundo de proveito. Vamos ver... (já veio tarde...)

LENDO...

COMENTÁRIOS:
Eu não vou comentar nada sobre o livro. Lá pela página 10 eu senti uma compulsão extrema, uma aversão, repulsão, etc, etc para lagar a leitura. É um negócio muito pueril. Não é como Alice no País das Maravilhas ou o Pequeno Príncipe que tem como serem lidos por um adulto, pois escondem coisas profundas nas aparências pedomórficas. Estes livros apresentam vários planos, estratos, que tocam novos e velhos. Para mim o livro é sem graça e me senti até rídiculo ao lê-lo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

LIVRO: CHAVES DA CIBERNÉTICA

Este livro é mais velho do que eu, 3 anos mais velho que eu (1972 - edição) - Chaves da Cibernética, Paul Idatte, Civilização Brasileira. Ele vai aos princípios desta ciência. Hoje a palavra cibernética está associada muito aos campos da informática e robótica apenas, mas a cibernética indo profundamente na etimologia da palavra e o que ela significava originalmente abrange muito mais do que isto....

ANDAMENTO

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

NOTA MNEMÔNICA 02/2016

ABSTINÊNCIA ENDÓGENA - INVERSÃO DE CAUSA E EFEITO.

Este assunto é muito profundo, muito amplo, muito complexo, envolvendo até mesmo a religião e a filosofia, não ficando restrito aos domínios da ciência. Que fique claro então que isto é apenas uma notinha para que o assunto não se perca numa enxurada de cognições diversas que se entrecruzam. quero aqui também corrigir um GRANDE PRECONCEITO que toda a sociedade tem e que apenas alguns bem poucos, mas muito poucos mesmo percebem.  Vamos aos assuntos interligados e comentários sem maiores desenvolvimentos, pois estou fazendo só um apontamento para ulteriores investigações.

Minha teoria é a seguinte:

AS PESSOAS NÃO CHEGAM A CAIR NOS VÍCIOS DO ÁLCOOL E DROGAS SEM ANTES JÁ TEREM UMA PREDIPOSIÇÃO NEUROQUÍMICA PERMANENTE, ALGUNS MAIS LEVE OUTROS MAIS PROFUNDOS. FOI ESSA CARÊNCIA NEUROLÓGICA ESSA PRIVAÇÃO, ESTA PARTE NEGATIVADA ANTERIORMENTE QUE INDUZIU AS PESSOAS AO VÍCIO E NÃO O VÍCIO QUE CAUSAM ESTA PRIVAÇÃO, CARÊNCIA. O Bebum que você vê caido não consegue parar de beber porque ele tem um buraco que precisa ser tapado com esta substância, buraco este, que pode ser grande como no caso dele, ou pequeno, bastando apenas cachaçadas ou baseados nos finais de semana como no caso de alguns. O dependente químico tem um defeito neuroquímico que faz o seu cêrebro não funcionar direito principalmente na parte emocional. Os viciados já tinham um ABSTINÊNCIA ENDOGENA antes de ingerirem qualquer química.



ENXERTO DE OUTRO AUTOR QUE VOU COMENTAR DEPOIS....

É simples, o tráfico de drogas existe para abastecer os usuários, estes, se drogam porque querem, e esse desejo é movido por uma Disposição Mental a alterar seu estado psíquico artificialmente.
Essa disposição não é, essencialmente, um problema. Todos têm o direito à curiosidade, e a algumas experiências limítrofes. O problema é quando essa disposição se transforma numa necessidade constante, e forte a ponto do indivíduo estar disposto a se arriscar por ela.
O indivíduo que acha que sua necessidade por um prazer controverso justifica toda a desgraça promovida pelo tráfico de drogas, expressa no mínimo um total desconhecimento da realidade de seu mundo, se não um completo desprezo.
Uma coisa que sempre me irritou em certos grupos sociais, em geral artísticos e intelectuais e não raro militantes, é sua associação descarada com o uso de drogas dos mais diversos tipos. Desça aos porões de um centro acadêmico de uma Universidade, e é difícil não encontrar um grupelho compartilhando um "cachimbo da paz".

ANDAMENTO