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terça-feira, 19 de julho de 2016

A Ciência de Star Wars

Livro de Jeanne Cavelos que tenta enquadrar a Ficção Científica de Star Wars nos conhecimentos científicos atuais. Encaixar a fantasia na racionalidade. A autora analiza os Ambientes Planetários, os Alienígenas, os Andróides, as Espaçonaves e Armas, bem como a tão falada Força. A primeira vez que li o livro foi em 2003, fiz uma visita novamente agora. Se não for ler o livro aproveita os links:










segunda-feira, 30 de maio de 2016

LIVRO: COLUNAS DO CARÁTER

Pense bem amigo, se eu tivesse condições de disparar um míssel até Vênus ou Marte(De quem são eles?), uma arma tão poderosa que destruí-se o planeta completamente, tal qual faz a Estrela da Morte em Star Wars, ou se eu pudesse causar qualquer dano na Via Láctea, uma ameba como eu, mesmo assim, por maiores que fossem os danos, se esmigalha-se um planeta completamente, se pudesse, mesmo assim, com toda destruição maximizada que fosse capaz de alcançar nestas matérias invivas, mesmo assim EU NÃO ESTARIA COMETENDO NENHUM CRIME, nenhum ato ilegal ou anti-ético. Talvez estivesse cometendo, ou infrigindo os direitos de cidadãos em um futuro remotíssimo que viessem a bioformatar aquele mundo. Mesmo que eu ensandecido, com um lança-chamas, no meio do deserto escaldante do Saara, começa-se a queimar as areias gritando como um louco, mesmo assim eu não estaria cometendo nenhum crime. QUALQUER DANO QUE EU CAUSASSE À MATÉRIA, (e eu simplesmente não posso causar dano a ela, mas apenas deformá-la das configurações que outros lhe deram.... ) eu não estaria cometendo nenhum crime, ilícito, ou transgressão. Apenas e somente apenas, se esta matéria fosse o suporte para seres vivos e pessoas senscientes (redundância?) e eu atingi-se, indiretamente a estes Viventes, através do suporte material eu estaria cometendo algum CRIME. De todos os graus do Ser, a matéria é o mais baixo. É impermanente, como bem viu Gautama, é na verdade, com o perdão da palavra, lixo reciclável, literalmente.
O crime de Danos Matériais, violação de propriedade, furto, roubo, crimes contra o patrimônio em geral, só são crimes porque estes objetos inexoravelmente, indireta ou diretamente atingem a subjetividade, a sensciência, a consciência. TODO CRIME É CRIME CONTRA A PESSOA. 
Direta ou indiretamente, mesmo os crimes contra o patrimônio histórico só o são crimes, porque violam o direitos das pessoas saberem ou usufruírem aquilo e não pelas coisas, objetos em si.
Mesmo os crimes ambientais, ecológicos, só o são crimes porque se prosseguirem, virão ulteriormente a atingir pessoas. Ora bolas! A humanidade devorou os animais durante toda sua história e nenhum maluco EXCETUANDO-SE ativistas recentes consideraram isto um pecado, um proceder prejudicial ou CRIME. Bem, é verdade que o Budismo desaprova matar animais...mas o sacrifício budista é um sacrifício monstruosamente insano (ou não) onde nem se pode pisar em formigas ou engolir um mosquito. Quanto mais um camelo.... É evidente, objetos não podem ser vítimas.  Embora apenas sofram o atos dos agentes, como passionais, que sofrem paixão, por serem apenas potenciais... sem nenhuma capacidade de praticarem nenhum ATO por si mesmos, para sempre inertes, somente movidos, não motores. Vítimas só o são pessoas....os objetos, as coisas, no máximo são MEIOS de vitimarem as pessoas/almas.

Se por um acaso um maluco dinamitasse uma parte do Grande Kanion americano, ele só seria preso, em última analise, não pelo Grande Canion em si mesmo, que não sente nada, mas por causa das pessoas que ficariam tristinhas em não poderem contemplar as lindezas naturais esculpidas em eões pelas águas já secadas. Compreenda, SÓ PESSOAS SOFREM DANO, somente um sistema nervoso acusa a dor, somente uma alma sabe sobre si, se dobra e desdobra sobre si mesma, coisas são inconscientes, SÃO MORTAS, por assim dizer. 


Se por uma acaso fortuito, eu, em alguma aventura no mato encontrasse um tesouro antigo, que fosse de uma civilização antiga desaparecida, eu, sem nenhum remorso, tiraria a coroa de ouro da cabeça da caveira do rei, levaria sua espada e escudo incustrado com jóias raras, e sairia contente e feliz pelo achado. Sem nenhum medo de ter violado os 10 mandamentos, o côdigo penal, o tripitaka, o talião, o alcorão, o codigo vedantino, os mandamentos Jides ou o côdigo de hamurabi. Como poderia roubar os mortos?
Se não há proprietário (PESSOAS) não há propriedade (coisas imersas na subjetividade de uma pessoa).  Talvés algum arqueólogo ou alegantes descendentes dos antigos proprietários pudessem reclamar de alguma coisa. Em parte, mas só em parte, ACHADO não é roubado. Veja bem. Já devolvi 4 (Quatro) telefones celulares que achei aos seus respectivos donos. Um eu achei na prateleira de um supermercado, outro eu achei desconjuntado na BR, no acostamento, os outros dois não me lembro exatamente no momento... Em todos os casos eu tinha a obrigação moral de esperar os donos ligarem ou eu mesmo ligar para restituir aos seus respectivos donos os seus objetos de posse. Se eu achasse uma quantia em dinheiro com nome e endereço, moralmente eu tinha que devolver o dinheiro, mas se não fosse nomeada, para sempre estaria impossibilitada de ser incluida na posse de alguém, aí sim, ACHADO NÃO É ROUBADO. Aí eu ia só curtir! 
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Tudo isto que eu disse acima é só para exemplificar algo sobre um livro que estou lendo, que não fala de química, nem física nem ciências em geral. Não fala de objetos, coisas ou corpos. Fala de "coisas" invisíveis aos sentidos, não fenomênicas. São relações de PESSOAS para com PESSOAS, umas com as outras ou consigo mesmas e até mesmo uma relação com uma PESSOA infinita e ilimitada. Estas "coisas" presentes na dinâmica intrapessoal, interpessoal e TRANSpessoal transcendente (que é o campo abrangido pela ética e moral) são tais como benignidade, mansidão, fidelidade, longaniminidade,  genrosidade, caridade, modéstia, amizade, confiança, coragem, esperança, tenacidade, perseverança e etc. Que não têm peso, nem largura. Este  livro COLUNAS DO CARÁTER escrito por S. Júlio Schwantes "visa fazer uma contribuição à tarefa espinhosa da reconstrução do cárater sobre bases duradouras...o autor acredita na eficácia e urgência de uma campanha de rearmamento moral". E este livro foi escrito há 36 anos atrás, na década de 80. Imagine hoje.  Numa civilização materializada, mergulhada na carne, aprisionada nos prazeres sensoriais, obtusa para as sutilezas éticas e morais e indiferente para qualquer coisas espiritual, onde pelo martelar persistente de barbaridades criminais vinculadas nas redes informáticas as pessoas fecham-se cada vez mais em suas células da colmeia social (Mateus 24:12 - Cada um no seu quadrado) e entregam todo o poder a um Objetão, um mecanismo controlador que é o Estado, este livro é uma lufada de ar puro numa atmosfera intóxicada.

Se não santo-herói-sábio como dá as dicas o livro, sejamos pelo menos pacatos cidadãos...

É isso...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Frase Portal

Algumas construções verbais, muitas frases, ditados, provérbios e etc, têm o poder de síntese silogística, de compactação de todo um mundo, de resumo esquemático de todo um universo, seja filosófico, religioso ou científico. Uma simples rima em um poema pode esconder ou abrigar uma verdade profunda: "Transforma-se o amador na coisa amada" - Nossa! Outras frases são como portais que nos abrem para realidades transimanentes ou são capazes de nos arrebatar momentaneamente para os umbrais do inexplicável.
Desde menino ouço uma expressão que nomeia uma região localizada no município de minha cidade. "Ribeirão de Areia". Sempre que ouvia alguém pronunciar o nome desta localidade, o simples enunciado da frase me fazia fantasiar sobre como seria esta zona rural, este tal de ribeirão de areia. Não era nem os componentes da nomeação separados, mas a forma como eles se juntaram. Um ribeirão por mais belo que seja é só um ribeirão. Mas um ribeirão feito de areia o que seria? O aumentativo ribeirão dando uma expansão fluidica ao material arenoso, e ao lembrar-me que estes micro-cristais que forma esta coisa que chamamos areia serem abundantes próximo às águas de todo mundo, criava em mim um arrebatamento poético que me faziam sonhar - já sonhei com este tal de ribeirão de areia,cavalgando celacantos e provocando turbulências em suas águas plácidas  como o mar de bronze no templo de Salomão - Sim acho magnifica esta denominação Ribeirão de Areia. A uns três dias atrás passei pela placa que dava entrada para a via vicinal que conduziria a esta localidade. Meu objetivo era outro, meu destino era outro,(TO-222) mas ao ver a placa com a "expressão mágica dourada" senti fugazmente o desejo de mudar meu curso, de colocar minha surrada XTZ em direção a este mundo encantado. Deixei para a próxima oportunidade. Mas um receio me acomete. Ao chegar neste lugar talvez uma chácara, um assentamento, ou outra coisa qualquer, talvez me decepcione e não seja, o lugar, tão fantástico assim como eu aspirava ficticiamente. Talvez sinta o mesmo que sentiu Aparecido Raimundo de Sousa neste seu texo : O Pingado. (Parece que o pingado foi plaginspirado de sai um pingado)
Embora eu seja católico, sob alguns aspectos, em determinados ângulos, de uma certa pesperctiva, sou simpatizante do budismo e incorporei algumas práticas budistas meditativas. Ao estudar este sistema religioso que se atem como o próprio Gautama Iluminado disse:  somente ao sofrimento e ao fim do sofrimento, noto que uma frase ocidental pode resumir todo o sistema budista e esta frase veio de alguém antiespiritual, antireligioso que curioso:


"A VIDA MAIS DOCE É NÃO PENSAR EM NADA"

Ela resume o objetivo do budismo que é o Nirvana, A VIDA MAIS DOCE, que somente poderia ser imortal, eterna, sublime; em sentido cristão, o paraíso, livre das armadilhas de Satanás, dos engodo dos apegos da carne ou das ilusões indutoras ao erro do mundo. A vida mais doce é a vida vitoriosa sobre os três inimigos da alma segundo a Bíblia: o mundo, o diabo e a carne. Ou segundo o Buda, livre da ira, da cobiça e da ilusão. "A vida mais doce É NÃO PENSAR EM NADA" Não pensar em nada seria a paralisação  do pensamento discursivo, binário, dialético, a sublimação do racional pelo intuitivo, a vida mais doce seria o não pensar mas sim o INTELIGIR. Apreender diretamente a verdade sem passar pelo maquinário silogistico racional. E este é o objetivo da meditação, que é a principal ponte para o Nirvana. Uma simples frasezinha que resume toda uma cultura religiosa.


" ...E FALAM A SÓS COM PANOS BRANCOS..."


Falar a sós com panos brancos foi uma coisa que sempre gostei de fazer. Esta frase aparentemente enigmática veio de um relato que foi feito por um indigena sulamericano da época da vinda dos espanhóis para a América pela primeira vez. (Não achei mais o livro nem lembro o título, tentei colocar a frase aspada no google mais não localizei-a ) Eu não sei se era um inca, um asteca, maia ou outro qualquer, mas  a frase resume uma impressão de um povo ágrafo a cerca de um ato que os recém aportados praticavam. Imagine a cena: um soldado chega e entrega um pano branco para o capitão do navio aportado. Ele pega o pano olha e parece que existe alguma coisa no pano que lhe diz alguma coisa, que lhe transmite uma informação, que lhe fala, e a partir daquilo ele toma alguma decisão prática. Foi isto que o indigena que nunca tinha visto PAPEL( chamou de pano) nem a LEITURA (chamou de falar a sós) apreendeu no fenômeno, pois apesar de estar tendo uma recepção de informação não estamos vendo o transmissor e como mesmo assim a pessoa está se comunicando o negócio fica realmente como um FALAR A SÓS. Pôxa vida como isto é poéticamente maravilhoso. E como é bom falar a só com panos brancos! Caso o negócio se desse hoje, ele diria : " E falam a sós com caixinhas luminosas e todos eles têm uma e parece que eles gostam mais de falar a sós e querem mais bem a estas caixinhas do que uns aos outros. " - sabe de nada inocente!


" Nós ossos que aqui estamos, vossos ossos esperamos, nós já fomos quem tu és, tu serás quem nós somos!"


Eu li esta frase escrita, não com sangue e fezes, mas com um pedaço de alvenaria, na parede de uma tumba ao passar por um cemitério. O que me impressionou além da brutalizante realidade da mensagem, e o impacto emocional de relembrar um fato inescapável, foi o português corretíssimo das orações. Quem será que teria escrito isto? De todas as frases, esta eu não precisei anotar em lugar nenhum no espaço. Guardo ela na memória tentando esquecer o fato que salienta, mesmo nós arduamente tentando esquecê-lo. Esta frase que li uma única vez ficou gravada a ferro e fogo em minha mente. Mas o escritor desta frase não foi o seu autor. Como achei ela assim, meio que muito erudita resolvi pesquisá-la no google. E não é que encontrei:

Uma verdadeira frase-portal, escrita na entrada de uma capela em Portugal, A Capela dos Ossos que, pasmem, foi contruida em parte com ossos. Com uma ligeira modificaçãozinha a frase que eu li no cemitério brasileiro não tinha o PELOS, era: nós ossos que aqui estamos vossos ossos esperamos, achando eu esta última construção mais direta e soando melhor. No portal da Capela não há a segunda parte da frase: nós já fomos quem tu és, tu serás quem nós somos.
Não sei se esta frase que abriga uma reciprocidade de status biontológico cronológica foi acrescentada pelo escritor na tuba nacional ou se deve fazer parte de uma inscrição maior em algum outro lugar na capela portuguesa. Caso não seja, o poeta que concluiu a sentença é genial (Ou poetisa - como parece que a letra era feminina talvez fosse uma jovem darkizinha bebendo com os amigos em noitadas góticas).




"Não existe mão fraca, existem poucas mãos"

Sendo esta frase  aparentemente um estímulo a solidariedade e ao trabalho em equipe, tipo assim :A união faz a força, ela é quase da autoria deste blogueiro que neste momento está a digitar. Digo quase de minha autoria porque não a criei de verdade eu sonhei com ela. Eu não lembro e talvez nunca mais lembrarei o contexto do sonho, mas ao acordar grafei no caderninho o ditado (e há outras mas não sei por onde anda aquele caderno de anotações). Este provérbio genonírico (gerado por um sonho rá rá rá inventei a frase agora nem vou rebatê-la ao google pra saber se ela já existe)coloca a situação numa oposição de mão fraca (singular) com poucas mãos. (plural negativo). A sentença é toda inviezada, retorcida. EXISTE - poucas mãos - NÃO EXISTE- mãos fraca, ou seja, o fato de não existir uma mão fraca se deve ao fato do número das mãos serem reduzidos. Quer dizer: é pelo acumulo de mãos que potencialmente, virtualmente pode ocorrer e que de fato existe em potência, que uma mão singular, isolada, não existe, ou não deveria existir. O núcleo da mensagem nas retorcidas lógicas das sentenças não está no objeto mencionado: mãos, mas em seu simbolismo, o que as mãos podem fazer quando agem em sinergia, cooperação. Com o aumento cumulativo (isto é uma redundância?) quatitativo de elementos e com a harmonia qualitativa cresce o poder de ação dos entes. Não existe fraqueza, existe desunião. Será que isto foi criado pelo meu cêrebro mesmo, independente de minha volição?





"Se metade da boiada estourou segura a metade que sobrou"


Creiam-me, este provérbio acima aparentemente me foi revelado num quase-sonho, "semi-sonho". Como podemos ver acima e se você já viu uma boiada passanda, percebemos uma certa ordem no fluxo dos bovinos, mantida apenas por poucos vaqueiros. Num estouro da boiada os elementos do conjunto entram num processo de entropia desordenado (redundância?) É um deus-nos-acuda, uma bagaceira, e depois os vaqueiros precisam de um esforço danado para realinharem os bois.  A mensagem do provérbio embora possa ser usada em infindáveis aspectos é mas precisamente um aconselhamento afetivo, emocional, para que possamos nos apegar, manter, segurar o que temos de bom na vida, os valores, princípios, ou mesmo até, coisas materiais mesmo. Quem sofre uma grande decepção se entrega de vez: -Sou um lascado e vou f... com tudo! -Eu não tenho nada a perder mesmo!(frase esta que me faz refugar imediatamente o autor dela e manter uma certa distância) Mas devemos nos lembrar do copo metade cheio lembra? Segurar o que nos resta. Se perdeu metade da boiada  tente segurar a outra metade. Tenha equilibrio, parcimônia, equaniminidade, se perdeu metade, um terço ou mesmo um quarto, lute pela outra metade, os dois terços ou mesmo os três quartos restantes. Se metade da boiada estourou segure a metade que sobrou.

"Os novos vieram dos velhos e os velhos vieram dos novos."

Eu tinha uma vizinha, uma senhora idosa (já falecida) que era um encanto de pessoa. cuidava das plantinhas em seu tipo um jardin na frente da casa e muitas outras no quintal. Ela lembrava muito o Yoda de Star Wars, no porte físico e jeito de falar, embora não fosse verde. Ela emitia muitos provérbios, ditados que aprendera em sua longa jornada. Entre eles havia o destacado acima. Os novos vieram dos velhos e os velhos vieram dos novos. Na linguagem dela: Os novo vei dos véi e os véi vei dos novo. O que ela queria dizer é que há um círculo. Não, na verdade uma onda biológica, gráfica. Onde pelo desenvolvimento natural dos seres vivos, e os seres humanos incluidos, evidentemente, aqueles seres que entram na existência (os antigos diriam - no ser) inexoravelmente devem provir dos antigos. Os NOVOS vêm dos VELHOS.  Em reflexo conceitual, numa cadeia cronológica, quase da mesma forma, as criaturas degeneradas foram aquelas que apareceram em novidade na existência. OS VELHOS vieram dos NOVOS. Ou seja, os velhos são os novos que ficaram... Os novos vieram dos velhos por geração e os velhos vieram dos novos por degeneração. Ela tinha muitos outros provérbios sapienciais, como por exemplo: Viva o Bucho e morra o Luxo (Colocar a prioridade nas necessidades fisiológicos antes dos adereços vaidosos). O POUCO com DEUS é MUITO, mas o MUITO sem DEUS é NADA. (Uma migalha somada ao infinito é maior que uma montanha somada a um planeta.). Com respeito a problemas conjugais no século passado "machista": Ruim com Ele (o marido), pior sem ele. (Com respeito a este provérbio tenho minhas dúvidas). Que Deus a tenha Dona  (Maria Santana ) Santa. 

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"


Este é o objetivo da vida. E tudo o mais só faz sentido subordinado, emoldurado, temperado com isto. Esta frase-portal é um mandamento, uma ordem. Um comando. Amar é amar, Deus é Deus, o próximo é o próximo, si mesmo é si mesmo, todas as coisas são todas as coisas. Mais do que uma frase é uma fórmula onde cada elemento precisa ser explicitado, entendido e obedecido. Devo amar a Deus mais do que a mim mesmo e mais do que ao meu próximo. Com amor absoluto porque é isto que Ele merece. Não devo amar meu próximo mais do que a mim mesmo. (humildade masoquista) ou menos do que a mim mesmo (orgulho-sadismo), mas numa equalização, amar ao outro como me amo. Esta é toda a lei e os profetas, esta é toda a Bíblia. Esta é a fórmula, esta é a equação.


As frases-portais são infindáveis e abrem universos, mas por hora fiquemos por aqui mesmo.

ABSOLUTUM

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Malvadeza Sufocante?

Tenho posto neste espaço internético algumas recorrências ou coisinhas que aparentemente se repetem aqui ou alí, nada excepcional:


E OUTROS ALHURES NO BLOG.
É,  parece-me que minha única especialidadezinha intelectual é achar recorrências insignificantes (talvez não) na cultura pop. Às vezes as repetições escondem arquétipos, às vezes não. Quando conseguimos alçarmo-nos até as regiões universais dos arquétipos,  aproximamo-nos das estruturas que condicionam, balizam, digamos assim, nossos pensamentos, as estruturas arquétipas são quase biológicas, são imprintadas no nosso cérebro por uma História atávica. Os arquétipos são como canaletas maciças por onde fluem os pensamentos. Pense bem, em todo prédio está escondido o arquétipo ou protótipo de um Paralelepipedo ou cubo. Eles só vão variando por toda cidade. Tal qual o mito do héroi do qual falou Campbell que se repete por todas as histórias famosas, em variedades flexivelmente cambiantes (como não poderiam deixar de ser). Ao nos aproximar dos arquétipos nos aproximamos do Logos, do Verbo, da Palavra, que é eterna, Esta inteligência divina, supra geométrica-matemática-lógica, o principio dos princípios, quer sejam geométricos, matemáticos ou lógicos submergiu temporalmente e se materializou em um ser humano para neste mergulho fazer a ponte para nós, para que possamos atingir em algum eão esta mesma região de onde ele veio. Mas por hora, sem nunca nos esquecermos disto, vamos dar um vôo rasante, ou melhor vamos mergulhar no cotidiano, no singular...no aqui-agora de nossa vida... É sobre vilões de filmes que vou digitar! O negócio que me ocorreu, meio que assim sem querer enquanto estava pesquisando algo sobre máscaras de respiração subaquáticas, foi que em muitos filmes, alguns vilões apresentam uma dificuldade de respirar e usam máscaras aeróbicas. Comecei a lembrar e procurar na mente e me veio uma porrada de vilões repetindo (recorrência) o mesmo perfil. Imagens falam mais que palavras:
Vader que precisa de um suporte respiratório para sobreviver só ficando sem ele numa câmera CÂMARA hiperbárica
Só assisti o filme - pesquisa ele PESQUISE-O para mim por gentileza... Um vilão anti-batman, ele não sobrevive sem ela.
Cobra do antigo Comandos em Ação, (é que eu estou com preguiça de digitar G.I Joe)-Não sei se ele morreria sem ela, mas presumo que não aja outro motivo para usá-la.


Que tal a cara de herege malfazejo do Imortal Joe em Mad Max? Suporte artificial de sustentação respiratório -  Idem.

Este  último me lembrou de alguém cuja mascara foi usada para impedir de IMPEDI-LO devorar os outros - talvez  o visual ficou imprintado como uma essencia do mal na imaginação dos cineastas.


Existem outros mas vou ficando por aqui, se você  encontrar mais outros coloca coloque a lista nos comentários por fineza. Bem, eu não sei que relação teria a vileza com dificuldades respiratórias, infiro que Darth Vader com aquela respiração asmática foi quem começou isto tudo, os outros cineastas consciente ou inconscientemente tentaram imitá-lo. Mas quem sabe talvez aja outro motivo mais profundo, um tipo superior, ARQUÉtipo para este vilões, isto seria melhor apreciado se encontrássemos exemplos nas mitologias antigas ou mesmo contos de fadas, de vilões sem fôlego. Até mais...


ABSOLUTUM

Presidente Snow com hemoptise

P.S: Ontem assisti ao último jogos vorazes com seu explendido visual de arte de realismo socialista e sua aurea 1984 orwelliana., Uma distopia certamente, com outros acréscimos evidentemente. Diferente mas na mesma linha de Divergente ou Maze Runner. Neste filme o vilão principal, ou um deles, apresenta uma dificuldade no sistema respiratório, onde ao tussir ele sangra numa aparência de coisa tuberculoforme. Parece que ele se auto-envenenou e sua boca sangra ou algo assim. Sua hemoptise o coloca na conjunto dos vilões com problemas respiratórios, embora não use máscara. Lembra da respiração e tosse do general Greavous em Star Wars?

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O OBI WAN KENOBI CATÓLICO OU O PADRE PIO (JEDI) DE STAR WARS

A primeira vez que ouvi o nome de PADRE PIO foi numa oração em que se pedia a Virgem Santíssima e a PADRE PIO que rogassem a Deus para que nenhuma injustiça fosse cometida pelo locutor de um programa radialista durante a duração do mesmo. Neste programa se faziam comentários a situações políticas e culturais e se criticavam algumas pessoas em sentido filosófico, religioso, científico, morais, etc. Posteriormente mencionaram para mim que a biografia do frade Pio fôra impregnada de eventos miraculosos. Ao checar as informações fiquei impressionado com os poderes suprahumanos do sacerdote que incluiam capacidade de entrar nos sonhos das pessoas, capacidade de ler a mente, bilocação (estar em dois lugares ao mesmo tempo) habilidade de curar pessoas de doenças, etc, etc. Um relato de coisa assombrosa que ele fez que me impressionou muito foi o de interceptar no ar aviões que iam bombardear a cidade onde morava e gesticular para os pilotos para que desviassem a rota!

Diante desses poderes a simples capacidade de telecinesia e a de controlar a mente de debilóides que o personagem de Obi Wan Kenobi de Star Wars possuia se tornam uma coisa irrisória e um truquinho de prestidigitação para crianças no jardin de infância. Ainda mais se acrescentarmos no patrimônio sobrenatural do padre o fato de portar os estigmas de Cristo, levar porradas físicas de Satanás e ter curado uma menina cega que passou a enxergar sem as pupilas.
Têm mais, mas deixo a sugestão para você pesquisar. O curioso é que ao fazer a comparação de Padre Pio com Ben Kenobi acima não fiz por acaso. Ao ver as fotos de Pio achei-as muito parecidas com as do Ator Alec Guinness. Pensei que somente eu tinha notado a homoformia homomorfia  e ao buscar fotos dos dois entes para fazer uma montagem percebi que uma multidão já tinha feito a comparação (que soberba monstruosa). Então aliviado do trabalho, apenas reproduzo nesta postagem as comparações que fizeram entre os dois. Um monge católico e um cavaleiro jedi...


Pio
Ben


Pio
Ben

Ben-Pio

Ben-Pio

Ben-Pio

Pio
Ben


Pio
Ben

Pio
Ben

Pio

Pio
Ben

Pio
Ben

Pio-Ben
Ben

Ben
Pio
Ben

Pio
Ben
Pio
Ben
Pio


Ben
Pio


São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!